A importância da Política

Tempo de leitura: 4 minutos

“Infelizmente o demônio colocou na cabeça de muitos cristãos que ‘Política não presta’; então, os bons se afastaram dela deixando-a aos cuidados de muitos que a usam para o seu próprio bem, e não do povo, do bem comum. É claro que há políticos honrados” (Prof. Felipe Aquino, www.cleofas.com.br).

A política é boa, santa, o que não presta é a politicagem, o uso e abuso da política. O político é bom, o que não presta é o politiqueiro, que usa da política para seu enriquecimento, multiplicando as falcatruas e corrupções, os mensalões e outras práticas desonestas” (Prof. Felipe Aquino, www.cleofas.com.br).

Os papas têm repetido isso muitas vezes, chamando os católicos a entrarem sem medo na vida publica.  O nosso Catecismo (§899) diz: “A iniciativa dos cristãos leigos é particularmente necessária quando se trata de descobrir, de inventar meios para impregnar as realidades sociais, políticas e econômicas com as exigências da doutrina e da vida cristãs. Esta iniciativa é um elemento normal da vida da Igreja” (www.cleofas.com.br).

Os papas têm repetido isso muitas vezes, chamando os católicos a entrarem sem medo na vida publica.

O Papa Francisco disse:

A política, tão denegrida, é uma sublime vocação, é uma das formas mais preciosas da caridade, porque busca o bem comum. Envolver-se na política é uma obrigação para o cristão. Nós não podemos fazer como Pilatos e lavar as mãos, não podemos. Temos de nos meter na política porque a política é uma das formas mais altas de caridade, porque busca o bem comum. Os leigos cristãos devem trabalhar na política.  A política está muito suja, mas eu pergunto: está suja por que? Por que os cristãos não se meteram nela com espírito evangélico? É a pergunta que faço. É fácil dizer que a culpa é dos outros… mas, e eu, o que faço? Isso é um dever. Trabalhar para o bem comum é dever do cristão (www.cleofas.com.br).

Bento XVI pediu aos bispos que estimulem os fiéis leigos a “vencer todo espírito de fechamento, distração e indiferença, e a participar em primeira pessoa na vida pública, para construir uma sociedade que respeite plenamente a dignidade humana” (www.cleofas.com.br).

“Precisamos vencer o pessimismo derrotista do ‘não tem jeito!’, ‘está tudo perdido!’, ‘não adianta fazer nada!’ Não! O Brasil é um grande país, abençoado, cheio de recursos; o que falta é educar o povo e conscientizá-lo” (Prof. Felipe Aquino, www.cleofas.com.br).

Marthin Luther King, o grande pastor negro americano assassinado em 1963, disse: “Não tenho medo do grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. Tenho medo é do silêncio dos bons” (www.cleofas.com.br).

“É preciso reformar a sociedade que está doente, mudar o nosso sistema político injusto, eliminar a corrupção e a imoralidade, restaurar a democracia…; mas tudo isso começa com a eleição de pessoas honestas e capacitadas. Ensine as pessoas a não anularem o voto ou votar em branco; isso significa abdicar da luta e entregar o poder aos piores; alguém será eleito” (Prof. Felipe Aquino, www.cleofas.com.br).

O Concílio Vaticano II declara na “Gaudium et Spes”:

“Lembrem-se, portanto, todos os cidadãos ao mesmo tempo do direito e do dever de usar livremente seu voto para promover o bem comum. A Igreja considera digno de louvor e consideração o trabalho daqueles que se dedicam ao bem da coisa pública a serviço dos homens e assumem os trabalhos deste cargo” (GS 75) (www.cleofas.com.br).

O Catecismo da Igreja Católica (CIC) insiste:

CIC §899 – “A iniciativa dos cristãos leigos é particularmente necessária quando se trata de descobrir, de inventar meios para impregnar as realidades sociais, políticas e econômicas com as exigências da doutrina e da vida cristãs. Esta iniciativa é um elemento normal da vida da Igreja” (www.cleofas.com.br).

“Noto que, por exemplo, nos sites da internet, no Facebook… muitos cristãos assumem com orgulho a identidade católica, mas desprezam a política, como se fosse apenas atividade dos maus. O povo precisa aprender a fazer política honesta; e para isso é preciso criar uma cultura sadia” (Prof. Felipe Aquino, www.cleofas.com.br).

“Esse é o problema do Brasil hoje. Os bons fogem da política e a deixam nas mãos dos maus, com exceções, é claro. Cada cristão está obrigado a esta tarefa” (Prof. Felipe Aquino, www.cleofas.com.br).